{"id":319,"date":"2022-03-30T17:46:19","date_gmt":"2022-03-30T17:46:19","guid":{"rendered":"https:\/\/fdadvocacia.adv.br\/?p=319"},"modified":"2025-10-28T04:33:57","modified_gmt":"2025-10-28T04:33:57","slug":"319","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fdadvocacia.adv.br\/index.php\/2022\/03\/30\/319\/","title":{"rendered":"ABANDONO DO LAR"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fato muito comum que nos deparamos no trabalho forense, s\u00e3o ex-c\u00f4njuge ou ex-companheiro (a) que abandonaram o lar por muitos anos e quando pretendem formar nova fam\u00edlia, procuram um advogado para dar entrada em uma a\u00e7\u00e3o de div\u00f3rcio ou dissolu\u00e7\u00e3o de uni\u00e3o est\u00e1vel e pleiteiam a partilha do im\u00f3vel que serviu de morada ao antigo casal.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/fdadvocacia.adv.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/abandono-do-lar-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-322\" width=\"513\" height=\"342\" srcset=\"https:\/\/fdadvocacia.adv.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/abandono-do-lar-1.png 500w, https:\/\/fdadvocacia.adv.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/abandono-do-lar-1-300x200.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 513px) 100vw, 513px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entretanto, talvez voc\u00ea n\u00e3o saiba, mas o (a) parceiro (a) que abandona o lar, os filhos e o c\u00f4njuge por muito tempo n\u00e3o tem direito no im\u00f3vel que pertencia ao casal, o im\u00f3vel passa ent\u00e3o a ser de quem nele permaneceu neste durante o per\u00edodo de abandono do outro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por\u00e9m, para o (a) companheiro (a) que ficou ocupando o lar ter direito a casa, o im\u00f3vel precisa ter no m\u00e1ximo 250 m\u00b2, ser de propriedade do casal e n\u00e3o ter outro im\u00f3vel para morar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O C\u00f3digo Civil Brasileiro disp\u00f5e que <strong><em>\u201caquele que exercer, por 2 anos ininterruptamente e sem oposi\u00e7\u00e3o, posse direta, com exclusividade, sobre im\u00f3vel urbano de at\u00e9 250m\u00b2, cuja propriedade divida com ex-c\u00f4njuge ou ex-companheiro que abandonou o lar, utilizando-o para sua moradia ou de sua fam\u00edlia, adquirir-lhe-\u00e1 o dom\u00ednio integral, desde que n\u00e3o seja propriet\u00e1rio de outro im\u00f3vel urbano ou rural.\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trata-se assim de usucapi\u00e3o familiar contra o c\u00f4njuge ou companheiro (a) que abandonou o lar e a fam\u00edlia, sendo, pois, uma forma de aquisi\u00e7\u00e3o de propriedade, uma prote\u00e7\u00e3o que a lei concede \u00e0s fam\u00edlias, c\u00f4njuges ou companheiros que foram abandonados pelo consorte e que ficaram sem nenhuma assist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se voc\u00ea ou algum parente passou ou passa por uma situa\u00e7\u00e3o parecida, entre em contato conosco, nossa escrit\u00f3rio tamb\u00e9m \u00e9 especializado em Direito de Fam\u00edlia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fato muito comum que nos deparamos no trabalho forense, s\u00e3o ex-c\u00f4njuge ou ex-companheiro (a) que abandonaram o lar por muitos anos e quando pretendem formar nova fam\u00edlia, procuram um advogado para dar entrada em uma a\u00e7\u00e3o de div\u00f3rcio ou dissolu\u00e7\u00e3o de uni\u00e3o est\u00e1vel e pleiteiam a partilha do im\u00f3vel que serviu de morada ao antigo 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